quarta-feira, 15 de maio de 2013

Resenha: A Piramide Vermelha


Título: As Crônicas dos Kane - A Pirâmide Vermelha (Vol. 1)

Autor: Rick Riordan 

Páginas: 445

Editora: Intrínseca

Tradutor: Debora ísidoro  

ISBN: 9788598078977







Sinopse: 


   Desde a morte de sua mãe, Carter e Sadie viveram perto de estranhos. Enquanto Sadie viveu com os avós, em Londres, seu irmão viajava pelo mundo com seu pai, o egiptólogo brilhante, Dr. Julius Kane.

   Uma noite, o Dr. Kane traz os irmãos juntos para uma experiência de “pesquisa” no Museu Britânico, onde ele espera para acertar as coisas para sua família. Ao contrário, ele liberta o deus egípcio Set, que expulsa-lo ao esquecimento e forças das crianças a fugir para salvar suas vidas.

   Logo, Sadie e Carter descobre que os deuses do Egito estão acordando e, o pior deles – Set – tem a sua visão sobre o Kanes. Para detê-lo, os irmãos embarcam em uma perigosa viagem em todo o mundo – uma busca que traz os cada vez mais perto da verdade sobre sua família e seus vínculos com uma ordem secreta que existiu desde o tempo dos faraós.



Comentário: 

 Os deuses do Egito estão despertando. Cuidado com o que você evoca.
   Neste livro vamos conhecer Carter e Sadie, irmãos ainda separados quando crianças, 
depois da morte de sua mãe. Sadie foi criada por seus avós em Londres, quanto Carter viaja pelo mundo, com seu pai, Julius Kane, famoso egiptólogo, ou pelo menos é seu disfarce.
“Por que os adultos eram sempre tão idiotas? Eles sempre repetem “diga a verdade”, e quando você diz, eles não acreditam no que ouvem. De que adianta?”.
   O livro é narrado em primeira pessoa, alternando o ponto de vista, ora Carter, ora Sadie (a cada doiscapítulos). E caiu muito bem, porque um funciona como regulador do outro.
   Rick nos apresenta uma historia muito boa, mas ele vem sofrendo uma grande maldição dos deuses, que é a forma de desenvolver a narrativa e concluir um livro, que é praticamente a mesma, de muitos títulos que venho acompanhando do autor.
“quando alguém diz, eu proíbo, significa que o que é proibido vale a pena ser feito.”
   É sempre sobre adolescentes que descobrem um “mundo novo” e que neles seus ancestrais tinham uma ligação com o mesmo, e que acabaram tendo o melhor, geralmente dos poderes e que a partir daquele clímax suas vidas vão mudar para sempre, com uma missão de salvar o mundo do grande vilão. E em “A Pirâmide Vermelha” não é diferente.


   Rick narra maravilhosamente bem, e disso não têm como negar. A leitura flui muito rápido, ate porque, Rick não perde tempo e sempre vai ao ponto, sem muitos rodeios.
  Os personagens mais presentes na narrativa são amigáveis, e você se apega há eles muito fácil principalmente Sadie e nosso querido babuíno, Khufu.
“Os símbolos multicoloridos surgiam a seu redor e flutuavam para longe, como se ele fosse um espécie de máquina mágica de bolinhas de sabão.”  
   Magias, cajados, varinhas, demônios, deuses, viagens de espirito, historias sobre a mitologia egípcia estão presentes em “A Pirâmide Vermelha”. Falando em magia, em relação à edição, cada vez que um feitiço é pronunciado, há um desenho de hieróglifos logo abaixo.
   Bom, como já disse, é um livro muito bom, mas não é nada inovador. Rick Riordan precisa melhorar muito, em relação ao seu desenvolvimento, conclusão, piadas, que na maior parte da leitura, me vinha à cabeça, Percy Jackson & os Olimpianos.
“O avião começou a tremer e rachaduras apareceram nas janelas e na fuselagem. Os passageiros mergulhavam no silencio, na inconsciência provocada pela despressurização repentina. Os quatros magos ergueram suas varinhas quando o avião se partiu em pedaços.” 

Avaliação: 

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