quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mangá: O Senhor dos Espinhos - por Yuji Iwahara (Apresentação)

   

 A editora JBC resolveu investir um pouco nos seinens e, além de Genshiken,  escolheu "O Senhor dos Espinhos" que foi lançado no  final de junho de 2013.

 Kasumi Ishiki foi uma das 160 escolhidas para ser mantida em sono criogênico a fim de preservar seu corpo até que achassem uma cura para sua doença, conhecida como “Medusa”. Aceita contra sua vontade motivada por sua irmã, Shizumi, que apesar de também ser portadora da doença, não foi escolhida. Quando Kasumi repentinamente é acordada de seu sono, vê o laboratório cheio de espinhos e criaturas estranhas. Quantos anos se passaram? Acharam uma cura? Onde estão todos? Quem são essas pessoas que estão com ela? Como irão sobreviver?

    O Senhor dos Espinhos, por Yuji Iwahara, foi publicado entre 2002 e 2006 na revista Comic Beam e compilado em seis volumes encadernados que serão lançados mensalmente aqui pela JBC ao valor de R$12,90. As quatros primeiras páginas são coloridas. 
 

   


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Lugar Nenhum, de Neil Gaiman

   
Sinopse: Em 'Lugar Nenhum' Neil Gaiman conta a história de Richard Mayhew, um jovem escocês que vive uma vida normal em Londres. Tem um bom emprego e vai se casar com a mulher ideal. Uma noite, porém, ele encontra na rua uma misteriosa garota ferida e decide socorrê-la. Depois disso, parecer ter se tornado invisível para todas as outras pessoas. As poucas que notam sua presença não conseguem lembrar exatamente quem ele é. Sem emprego, noiva ou apartamento, é como se Richard não existisse mais. Pelo menos não nessa Londres. Sim, porque existe uma outra - a Londres-de-Baixo. Constituída de uma espécie de labirinto subterrâneo, entre canais de esgoto e estações de metrô abandonadas, essa outra Londres é povoada por monstros, monges, assassinos, nobres, párias e decaídos - e é para lá que Richard vai.


   Apos eu ter lido "O Oceano no Fim do Caminho", de Neil Gaiman, fiquei com saudade de sua escrita, e precisava ler outro livro de sua autoria. Peguei Lugar Nenhum na minha estante e comecei a lê-lo. Digo que me decepcionei um pouco. 

   Esse livro conta a história de Richard, que em decorrência de alguns acontecimentos, encontra uma Londres subterrânea. Ele acaba indo para lá, por ter ajudado uma menina cujo nome, é Door. Ela esta fugindo de dois assassinos contratados, por não sabe quem, que querem mata-la. Como fizera com sua família. 

   Nessa Londres subterrânea, os ratos são adorados, e super respeitados. Decorrência disso, temos uma noção de como seria a aparência dessa Londres: suja, feia, fedida, com pessoas, aparentemente, esquisitas. 
   
   
    A impressão que tive ao ler esse livro, era que eu estava lendo um roteiro de um filme, ou de um seriado. A narrativa de Gaiman é boa nessa obra, mas não consegui deixar essa impressão. Os personagens são bacanas, a Londres de baixo, é curiosa, mas, para mim, ele não soube explicar, apresenta-la, muito bem. 

   Pesquisando na internet, descobri que tem uma minisérie, baseada nesse livro, chamada NeverWhere, de 1996 , e claro, eu assisti. Essa adaptação tem seis episódios de vinte e nove minutos. Como adaptação, não tem do que reclamar. Algumas coisas eles mudaram, ou cortaram, nada do que reclamar. Os diálogos eram os mesmo do livro, ou muito parecido.  


sexta-feira, 5 de julho de 2013

As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago - C.S. Lewis

 
 


 A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.








    O Sobrinho do Mago é o primeiro volume de As Crônicas de Nárnia. Nele você vê como todo o mundo é formado, como que o mal consegui entrar em Nárnia.
    C.S. Lewis narra sua historia maravilhosamente bem, fazendo você devorar o livro. Com todo aquele toque de mundo novo, você acompanhado tudo sendo criado, nos mínimos detalhes, te envolve tão forte que quando você vê já, está completamente apaixonado pela história.
   Os personagens são cativantes e você torce para que tudo de certo no final. Tanto para os bonzinhos tanto para os vilões. E é nesse ritmo que a historia te leva pro final e quando você vê já acabou.
"O pássaro estava mostrando que todo o cuidado é pouco em lugares encantados. Nunca se sabe quem está observando”.


   C.S. Lewis desenvolve o livro muito bem, cheio de aventuras e confusões. Ensinamentos, não só para os personagens mais também para o leitor que no final você fica orgulhoso por ter lido um livro tão bom!
   Se você procura um mundo fantástico, cheio de aventura, ação e sempre com ensinamentos para dar, leia o Sobrinho do Mago. Tenho certeza que não ira se arrepender. O livro  ( não só esse como toda a serie) é como aqueles pensamentos que tínhamos quando criança de houver outro mundo em algum lugar e que você entra nele e esquece de voltar pra realidade e quando volta acha ruim.  
“A lembrança daquela bondade dourada retornava, dando-lhes a certeza de que tudo estava bem. E sabiam que podiam encontra-la ali perto, numa esquina ou atrás de uma porta".

 

sábado, 29 de junho de 2013

Resenha: O Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman


Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos.
Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.
Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.


"As memórias de infância às vezes são encobertas e obscurecidas pelo que vem depois, como brinquedos antigos esquecidos no fundo do armário abarrotado de um adulto, mas nunca se perdem por completo."

   Um garoto de sete anos narra sua infância, com momentos mágicos e mundanos, desde que conheceu a menina que morava no fim do caminho. E esses acontecimentos são construídos por uma narrativa delicada, serena e sombria. 

   Logo pelo inicio do livro, percebemos que a história será feita através de caminhos sombrios e em grande parte, angustiantes. Esses caminhos serão atados tanto nos momentos mágicos quanto nos mundanos. Se tratando dos momentos mágicos, não esperem grandes explicações  do que esta lendo, pois o personagem principal aceita tudo com muita facilidade, e sem grandes questionamentos. (Já havia notado essa "aceitação" em outros personagem do Neil Gaiman, de outras obras. Para quem não esta acostumado com sua escrita, pode estranhar.) 

   O menino de sete anos está o tempo todo em choque com realidade e a fantasia. Sua ingenuidade ainda é muita, e só quando adulto foi capaz de compreender algumas coisas que presenciou ainda criança. Sua construção emocional me levou ao incomodo, com tamanha a coincidência entre o personagem e o eu.  

   Não sabemos o nome de nosso personagem principal, e só quando terminei a leitura pude compreender o porque. Neil Gaiman queria fazer com que seu leitor se identifica-se com o personagem. Assim, era como se nós, em determinados momentos, tivéssemos vivido tudo aquilo, de uma forma diferente. 

   O Oceano No Fim do Caminho, as vezes pode parecer não ter sentido algum, com sua metáforas, frases, cenas enigmáticas, mais no final tudo da sentido. E o melhor, Neil Gaiman faz com que você reflita sobre tudo e tire sua próprias conclusões, assim sendo, cada leitor terá alguma coisa diferente para tirar da obra. 

    Após terminar o livro, fiquei pensando muito a respeito de tudo o que foi me entregue. Não conseguia compreender muita coisa, pois Gaiman não deixa nada claro, e fiquei encucado ate compreender tudo o que eu acho que é o "certo". 

   Portanto, O Oceano No Fim do Caminho, se tornou um dos meus livros favoritos. Tanto da identificação com o protagonista, clima da historia, mitologia apresentada, as metáforas que ficavam martelando minha cabeça. De um final dilacerador, e belo. 


   Neil Gaiman é único. Suas história, só Neil Gaiman poderia escrever. 
   

 



   

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Resenha: EXTRAORDINÁRIO



Sinopse: 

   August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

 Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.


                                                                        Comentários: 

"Você é lindo, não importa o que digam, palavras não podem derrubá-lo. Você é lindo de todas as formas. Sim, palavras não pode derrubá-lo."
-  Christina Aguilera,  "Beautiful"

   As vezes, os livros mais bonitos e que tem fazem refletir sobre a grande incógnita vida, são os escritos de forma simples e sem grandes metáforas deixadas em cada capítulo. As vezes, os grande ensinamentos, são ensinados por crianças catarrentas, que na verdade, não sabem o que é a vida de verdade. 

   Extraordinário, é um grande livro para poucas páginas. É Extraordinário ver o quão extraordinário é esse livro, quando você o termina e pensa em tudo sobre o que leu. Lembranças de sua infância vêem como varias ondas que desmancham na beira da praia, e depois de se acalmarem, e estabilizarem na areia, é mais visível tudo o que essas mesmas ondas trouxe do mar. E ali, você vê, o que é foi bom, e o que foi ruim, o que ela lhes trouxe. 

   Escrito de uma forma brilhante, R.J. Palacio conseguiu passar todos os sentimentos e percepções das pessoas em relação a August, com a troca de pontos de vista dos personagens. Tirando as duas partes de Auggie, nós leitores, temos cinco pontos de vistas diferentes, que ao mesmo tempo, em determinado momento, sempre foram um. 



   Extraordinário, deveria ser um livro que transita nas escolas. Deveria ser um livro que todas as peculiares crianças (todas) leriam, ou ouvira seus pais lendo antes de lhes fazer dormir. E quem sabe assim o grande e audacioso preconceito, diminuiria. 

   Em vez de o velho ditado dizer, "Não julgue um livro pela capa". Trocaríamos por: "Não julgue uma menino pela cara". E mesmo assim, não só pela cara, mas pelo modo de se comportar, vestir, dos gostos musicais e dentre outros. 

   Uma coisa que achei maravilhosa nesse livro, foi a crítica que a autora fez em relação as crianças, por não estarem sendo crianças. Das crianças hoje em dia, estarem com o mesmo tipo de pensamento que um adulto tem.  

   Esta ai um livro que vai te fazer pensar sobre seus filhos, ou futuro filhos. De como eles vivem/viveram na escola, do que eles pensam/pensaram e querem/iram fazer. 

   E outra grande mensagem que captei desse livro, foi que crianças sabem ser crianças. E crianças também sabem ser adultas. 







terça-feira, 25 de junho de 2013

Resenha: O Grande Gatsby


Sinopse: 
   O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. 
   A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece - Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.


Comentário: 

   Eu nunca tinha me imaginado lendo essa obra, ate que eu vi o trailer da nova adaptação cinematográfica (dirigido por Baz Luhrmann) e me interessei instantaneamente. Fui ver qual era a desse livro, aparentemente, um dos livros mais importantes da literatura Estadunidense. 

   O Grande Gatsby é uma grande crítica ao "Sonho Americano" - American Dream. Depois que os Estados Unidos "parou" com aquelas "brigas", norte contra sul, eles entraram em uma época de grande prosperidade. Com isso, veio o Sonho Americano, que é basicamente, você ser "alguém na vida", famoso, rico, ou os dois. E o livro vai criticar exatamente isso, essas pessoas ricas e fúteis, que "não tem nada na cabeça". 




   A narrativa começa com o leitor conhecendo o Nick, que é o narrador da história. O autor apresenta esse personagem. De onde ele veio, porque ele esta indo para New York, e quais são suas motivações. Ate o momento em que ele vai conhecer o Gatsby. 

   O enredo principal gira em torno de Gatsby, que é um sujeito misterioso, promove festas grandiosas em sua mansão, mas que ninguém sabe quem ele é, de onde veio, e como conseguiu toda sua fortuna. 

   Os relacionamentos são voláteis nesse livro, e acredito que o autor faz isso proposital. Não tem um romance ativo, embora, ao longo do livro algumas relações aconteçam. E essas relações só dão alguma continuidade, por algum interesse que não seja só o amor. 

   O final de "O Grande Gatsby" me surpreendeu bastante, não esperava algo parecido. Escrito de uma forma peculiar (como todo o decorrer do livro), você não tem uma cena, e sim o que o narrador, Nick, te conta. 

   Por ser um clássico, pensei que o livro seria algo enfadonho, ou coisa do tipo, mas não. Gostei bastante da obra, e a achei genuína. A tempos não via algo escrito dessa forma e que fosse tão bom. Se você é que nem eu, que repudia as palavras - livros clássicos-  da uma chance a esse aqui, você não vai se arrepender. 







Resenha: As Vantagens de Ser Invisível

Sinopse: 
    Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. 
 Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.




Querido Amigo,

   Sabe quando você gosta muito de uma coisa? Um livro, filme ou um jogo de vídeo game? E na hora de contar a história, você fica sem o que falar, ou troca tudo, fica nervoso, mais nunca fala o que devia falar? Bom, assim estou eu para falar de ” As Vantagens de Ser Invisível. “ 

   Sabe quando você não tem nada para fazer na internet e acaba vendo trailers de filmes no YouTube? Bom se sim, bem vindo ao clube. Mas diante de toda essa coisa monótona, eu descobri ” As Vantagens de Ser Invisível ” , e achei o trailer bem bacana. Nos segundos finais do vídeo, fala que o filme era baseado em um livro, e desesperado que sou, logo tinha o mesmo em minhas mãos. 
   O livro é narrado pelas cartas que Charlie escreve, mas que você não sabe para quem elas são enviadas. 
  
   ” Então, esta é minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim.” 

Página 12


   Charlie é um dos melhores personagens que já tive a oportunidade de conhecer. Com seu jeito carinhoso e sempre preocupado com sua família ou com os amigos. Sempre colocando eles na frente de sua vida, na maioria das vezes. Seu jeito emotivo, inocente e na maioria das vezes bobo. É impossível você não querer ser amigo dele. Não só dele, mas também da Sam, Patrick, Mary...
O livro vai mostrar o amadurecimento de Charlie no decorrer dos meses. Quando ele conhece Sam e Patrick, que apresenta todo um mundo que ele desconhecia: as festas, drogas, seu primeiro beijo, a confusão de seus sentimentos. 
   Quem estiver pensando em um livro dramático, que fala de um menino excluído  que sofre o livro todo, pode parar de pensar isso. Ao contrario, ah momentos que eu só não ria mais, porque minha barriga não deixava. O livro, na maior parte é muito cômico, com coisas bobas, que torna a leitura ainda mais cativante e gostosa. 
” Você sabe o que é “masturbação”? Acho que você deve saber, porque é mais velho que eu. Mas, de qualquer forma, eu vou contar a você. Masturbação é quando você esfrega seus genitais até ter um orgasmo. Uau! “ 
Página 31
   O mais legal de todo o livro, é que Charlie realmente gostava de seus amigos, queria estar presente em todos os momentos importantes para eles, aquilo ali, fazia dele a pessoa mais feliz do mundo. No livro tem um parte que ele cita em uma das cartas, que, escutar as mesmas musicas sem eles não é a mesma coisa, que fazer as coisas sem eles são muito sem graça… E você leva isso para a vida real e percebe que é verdade, que a amizade é muito importante. 
” - Charlie, a gente aceita o amor que acha que merece.” 
Página  35
   O final do livro é um pouco triste, e o autor vacila um pouco ao explicar os porquês de Charlie ser daquele jeito.
” Então, acho que somos quem somos por varias razões.  E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas.” 
Página 221

” E eu acho que todo mundo é especial à sua própria maneira. É o que eu penso.”
Página 192



Com amor.